Na eleição do Paraná, a guerra da comunicação já tem dois personagens em campo. Um milongueiro com um canhão nas mãos e a missão de conduzir um candidato espoleta. E outro, provinciano escalado para cuidar de um candidato atômico.
Os tempos, porém, são outros.
O tupiniquim tenta se vender nos bastidores como homem forte do jogo político, alguém que conhece as cartas, antecipa movimentos e participa das decisões. A realidade é menos cinematográfica. Longe da mesa onde a articulação acontece, enfrenta o desconforto de não ser chamado para decidir.
Nesta eleição, seu espaço é a cozinha.
Cabe a ele preparar e entregar a comunicação. O prato político, no entanto, é servido por outros.





