Estudo mostra o avanço da empregabilidade em áreas estratégicas para a sociedade; formação prática é diferencial na preparação dos futuros profissionais.
A escolha pela graduação tem sido cada vez mais influenciada pelas perspectivas de inserção no mercado. Segundo a 4ª Pesquisa da Empregabilidade, realizada pelo Instituto Semesp, os cursos de saúde como Farmácia, Odontologia e Medicina Veterinária estão entre as áreas com maior empregabilidade. Gestão da Tecnologia da Informação aparece em quarto lugar, refletindo o crescimento do setor e a demanda por novos profissionais.
A evolução das profissões acompanha as mudanças da sociedade, como o avanço da tecnologia, o envelhecimento da população, a ampliação dos serviços de saúde e a transformação digital que atinge diferentes setores. Diante disso,está crescendo a procura por profissionais capazes de responder a novos desafios, aliando conhecimento técnico, atualização constante e capacidade de adaptação.
“O farmacêutico tem 148 áreas de atuação, todas reconhecidas pelo Conselho Federal de Farmácia. A elevada empregabilidade está diretamente relacionada à amplitude da atuação do farmacêutico. A farmácia passou por uma transformação muito grande nas últimas décadas, pois a profissão estava associada diretamente ao medicamento, primeiramente só na sua produção, depois produção e dispensação, depois controle de qualidade e hoje com o trabalho clínico e tecnológico”, destaca a coordenadora do curso de Farmácia do Centro Universitário UniBrasil, professora doutora Adriana Christoff.
Na área da tecnologia, com a chegada da inteligência artificial (IA) e a digitalização de processos em todos os setores, ampliou-se a necessidade de mão de obra qualificada. Esse movimento também é observado no Brasil. A Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, projeta a criação de cerca de 33 mil novos empregos formais em tecnologia da informação até o fim deste ano, conforme ressalta o coordenador do curso de Engenharia de Software do UniBrasil, Rodrigo Fiorin. “Vivemos um momento em que a tecnologia deixou de ser ‘departamento de apoio’ e virou o motor de qualquer negócio, da indústria ao agronegócio, passando pela saúde e pelo varejo. Toda empresa hoje é, de alguma forma, uma empresa de software”.
Mercado busca competências comportamentais
Além das oportunidades de emprego, as áreas da saúde e tecnologia compartilham de uma mesma necessidade, a busca por profissionais que aliam conhecimento técnico às competências comportamentais . A capacidade de trabalhar em equipe, se comunicar com diferentes públicos e acompanhar as constantes transformações também têm ganhado espaço nos processos seletivos.
“Domínio técnico abre a porta, mas é a combinação com competências comportamentais que garante a permanência e o crescimento na carreira. Não adianta ser um excelente programador se não souber dialogar com o cliente, com o time de produto ou com áreas de negócio”, ressalta Rodrigo. Segundo o coordenador, domínio de nuvem, engenharia de sistemas e integração, segurança da informação ganham destaque. Já entre as competências comportamentais, comunicação clara e pensamento sistêmico, além de decisões que refletem impacto real são as características mais buscadas.
Na Farmácia, assim como na Engenharia de Software, há uma diversidade de áreas de atuação, permitindo que o profissional encontre a área com a qual mais se identifica com o seu perfil profissional, como análises clínicas, farmácias comunitárias e hospitalares, indústria, estudos pré-clínicos, cosméticos e estética, vigilância sanitária e controle de qualidade. Nesse contexto e diante das possibilidades, a vivência prática ao longo da graduação torna-se um diferencial para aproximar o estudante da realidade profissional e desenvolver as habilidades exigidas pelo setor.
Formação prática prepara para os desafios da profissão
Para preparar profissionais alinhados às demandas do mercado, o UniBrasil aposta em uma formação com atividades práticas desde os primeiros períodos. Ao longo da graduação, os alunos participam de atividades em laboratórios, projetos de extensão, iniciação científica, estágios obrigatórios e metodologias de ensino voltadas à resolução de problemas reais.
“Quando o estudante vivencia a prática em um espaço estruturado, ele está desenvolvendo habilidades técnicas consolidadas num conhecimento teórico e científico, raciocínio clínico, tomada de decisão, comunicação com paciente, trabalho em equipe e postura ética. Essa aproximação com a realidade profissional reduz a distância da formação acadêmica com o mercado de trabalho e permite que o egresso ingresse na carreira com segurança, autonomia e capacidade de adaptação aos diferentes contextos da profissão”, afirma a coordenadora do curso de Farmácia, professora doutora Adriana Christoff.
Além da estrutura laboratorial e das atividades desenvolvidas ao longo da graduação, a instituição reúne mais de 20 cursos em diferentes áreas do conhecimento e mantém uma formação alinhada às Diretrizes Curriculares Nacionais, integrando ensino, pesquisa e extensão para proporcionar uma experiência acadêmica completa aos estudantes. As matrículas para o segundo semestre permanecem abertas até o fim de agosto. Os candidatos podem ingressar na instituição por diferentes modalidades, como o vestibular on-line, nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), transferência externa ou segunda graduação. Para mais informações, acesse https://ingresse.unibrasil.com.br/graduacao/





