Das 54 cadeiras renovadas no Senado na eleição deste domingo (4), nada menos do que 43 ficaram com candidatos classificados como de direita ou centro-direita. As demais vagas foram para nomes da esquerda. A nova composição da Casa Alta vai representar elevado risco para ministros do STF, já que tende a alimentar possibilidade de abertura de processos de impeachment.
Na corrida ao Legislativo, muitos nomes relevantes da política nacional acabaram ficando sem mandato, caso de Gleisi Hoffmann no Paraná, de Simone Tebet e Marina Silva em São Paulo, Benedita da Silva, no Rio de Janeiro, de Aécio Neves em Minas Gerais, Leila Barros no Distrito Federal, Randolfe Rodrigues no Amapá e Soraya Thronicke no Mato Grosso do Sul. Outros nomes de peso também buscaram vaga ao Congresso e ficaram pelo caminho, como José Dirceu e Eduardo Cunha.





