Imposto do pecado: No Bar, um amigo, revoltado com a medida, sugere: por que não criar também um imposto sobre a mentira política, corrupção…
Vem aí o icônico “imposto do pecado”. Uma surpresa, vindo do próprio presidente Lula, que não esconde seu gosto por uma cachacinha, assim como a maioria do povo brasileiro. Mas, se o objetivo é tentar reduzir o consumo, que, pelo menos, seja para proteção do fígado e outros males que, eventualmente, o consumo em excesso pode causar.
Com a criação do chamado Imposto Seletivo, popularmente conhecido como “imposto do pecado”, o governo resolveu assumir uma função que nem os padres, pastores e confessores conseguiram exercer plenamente: desestimular os vícios da humanidade.
A partir de 2027, quem quiser beber sua cervejinha, fumar seu cigarro ou consumir determinados produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente terá que abrir ainda mais a carteira.
E fica uma sugestão de um amigo, em conversa de bar, aos nossos legisladores: por que não criar também um imposto sobre a mentira política, a promessa eleitoral não cumprida, a corrupção, a hipocrisia e a incompetência administrativa?
Seria uma revolução tributária
Aprovado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, começa em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente.
A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também vai incidir sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais, e sobre loterias, apostas e jogos.
Para começar a valer efetivamente, o Congresso Nacional precisa aprovar a regulamentação do imposto, mas a proposta do governo federal ainda não foi enviada. O Executivo diz que isso será feito até o fim deste ano.





