Segundo da deputada Luciana Rafagnin, desde 2014 o Paraná vem praticando uma das alíquotas de ICMS mais altas do país.
A oposição na Assembleia Legislativa foi cautelosa ao se posicionar sobre a redução da alíquota do IPVA, anunciada pelo governador Ratinho Junior. Arilson Chiorato, presidente do PT ,disse que redução de imposto é bom, mas não pode sacrificar o orçamento dos municípios. Já a deputada Luciana Rafagnin cobrou do governo a redução, também, para a alíquota do ICMS (índice mais comum, que incide sobre a maior parte dos produtos e serviços comercializados em cada estado), um dos mais caros do país.
De acordo com a deputada, desde 2014 o Paraná vem praticando uma das alíquotas de ICMS mais altas do país. “Em 2014, passamos de 12% para 18%. Em 2022, o percentual subiu para 19% e, em 2024, chegou a 19,5%, impactando itens essenciais como energia elétrica, água mineral, bebidas alcoólicas, entre outros. Sempre nos posicionamos contra esses aumentos”, lembrou.
“Na época o governo não recuou da proposta, mesmo sabendo que 97% dos paranaenses eram contra a medida de acordo com pesquisa encomendada pelo setor produtivo”, destacou.





