O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do Núcleo de Francisco Beltrão do Gaeco, com apoio do par de Santa Catarina, deflagrou na manhã desta quarta-feira (12), a segunda fase da Operação Ártemis. A ação tem como objetivo dar continuidade às investigações sobre possíveis falsificações de certificados de cursos técnicos e de pós-graduação por clínicas de fonoaudiologia, com o intuito de obter habilitação e participar de processos licitatórios do Consórcio Intermunicipal de Saúde (Conims). Dessa forma, as clínicas prestavam atendimentos especializados em áreas para as quais não possuíam qualificação, especialmente a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em municípios catarinenses — dois em Xanxerê e um em Maravilha. As medidas, expedidas pelo Juízo Criminal de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná, foram cumpridas em duas clínicas de fonoaudiologia e na residência de uma das investigadas. Também foi determinado o sequestro judicial de valores nas contas das investigadas, no total de R$ 265 mil.





