No processo eleitoral paranaense, com vistas às eleições ao Governo do Estado em 2026, o governador Ratinho Junior (PSD), acabou, por sua indecisão ao anunciar o possível pré-candidato à sua sucessão, provocando uma corrida paralela entre os candidatos do PSD. Cada um puxando para seu lado, embora todos apostando no apoio do governador.
Entre os pré-candidatos, estão o presidente da Assembleia Legislativa, o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca e o ex-deputado Guto Silva. Do outro lado, o pré-candidato que vem liderando as pesquisas é o senador Sergio Moro, do UB, seguido do deputado Requião Filho, do PDT.
Ratinho Junior deixou claro que só vai decidir por apoio a partir de abril, mesmo porque ainda costura uma possível candidatura ao Palácio do Planalto junto ao seu partido, o PSD.
Neste meio tempo, os pré-candidatos não param e trabalham apoio de outros partidos, como é o caso de Alexandre Curi que teria o apoio de mais de três outros partidos. Ele tem afirmado que será candidato com ou sem o apoio do governador, pois entende que seu ciclo no legislativo paranaense terminou.
Entre a busca de apoios, tem uma liderança paranaense que, como falamos lá, no Noroeste, está, no momento, “atrás do toco”: Ricardo Barros. O deputado federal que praticamente desmontou a federação entre o Progressistas e o União Brasil de Moro, pode ser o peso da balança.
Barros estaria silencioso apenas no Paraná, enquanto em Brasília mantém reuniões quase que diárias no sentido de resolver a questão da federação, já que o Progressistas não quer Sergio Moro como candidato.
No momento, a candidato do PP é a ex-governador Cida Borghetti, esposa do deputado. “Sou candidata até abril. A partir da convenção, veremos como vai ficar”, disse.





