Se não partir para um freio de arrumação, o governador Ratinho Junior terá problemas pela frente. Em férias nos Estados Unidos, acompanha a distância a temperatura no Palácio Iguaçu, enquanto se multiplicam os conflitos dentro do próprio PSD, com fogo amigo de todos os lados.
A demora em anunciar quem apoiará na sucessão azedou o ambiente interno. O que era articulação política virou gestão de crises — sinal de que o comando do processo escorreu pelos dedos e o governador passou a atuar mais como administrador de conflitos do que como líder da transição.





