Abertura na Pedreira Paulo Leminski teve o samba em destaque. Agora, a arte invade a cidade.
A apresentação “Samba: as escolas e suas narrativas” abriu a 34ª edição do Festival de Curitiba e transformou a Pedreira em um sambódromo. A cerimônia inaugural ocorreu na noite de segunda-feira (30). Até o dia 12 de abril serão apresentadas 435 atrações em teatros, instituições culturais, praças e outros espaços públicos de Curitiba e da região metropolitana. Veja aqui a programação completa.
Ao participar da abertura, no palco montado na Pedreira, o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marino Galvão Júnior, falou sobre a importância do Festival para a cidade de Curitiba: “O festival carrega o nome da nossa cidade. Não faria o menor sentido esse festival acontecer em outro local que não fosse Curitiba. E é exatamente por isso que Curitiba está trabalhando fortemente para o fortalecimento do festival, tanto que renovamos o apoio da Prefeitura por mais três anos, agora em 2026, 2027 e 2028”, disse Galvão.
Nomes nacionais como o ator Eduardo Moscovis, Malu Galli e Walter Casagrande Jr vão participar da programação. O festival terá os eventos principais como a Mostra Lúcia Camargo, que terá mais de 20 espetáculos. Outras mostras são o Fringe, Interlocuções, Mostra Surda de Teatro, Gastronomix, Guritiba, Risorama e MishMash.
O Festival de Curitiba nasceu em 1992, com apenas 14 espetáculos e o desejo de aproximar a arte do lazer. Com o passar dos anos, cresceu, se transformou e se consolidou como um dos principais palcos de estreias nacionais e internacionais, reunindo artistas, ideias, tendências e, acima de tudo, pessoas. Há mais de 30 anos, o Festival promove o acesso à cultura com uma programação diversa e preços acessíveis. Hoje, faz parte do calendário cultural brasileiro e segue com um propósito claro: ser um espaço plural, aberto e pensado para todos os públicos.





