Rubro-negro saiu vaiado da Arena em jogo pela quinta fase da Copa do Brasil. Operário também ficou noi 0 a 0 contra o Fluminense, em Ponta Grossa.
O Athletico Paranaense estreou na Copa do Brasil jogando em casa contra o Atlético Goianiense e acabou ficando no 0 a 0, placar que aumenta a dificuldade no jogo de volta no dia 14 de maio em Goiânia. O Furacão até fez pressão e chegou com perigo muitas vezes ao gol do adversário, mas de forma desorganizada, o que foi percebida pela torcida, que não conteve as vaias ao final do encontro na Arena da Baixada. A propósito, foi um bom público: 18.736 pessoas presentes na noite de quinta-feira (23). No domingo (26), às 18h30, o Athletico volta a jogar na Arena contra o Vitória, agora pela Série A do Brasileirão.
Em Ponta Grossa, no Estádio Germano Krüger, o Operário Ferroviário foi melhor, mas também não conseguiu superar o Fluminense do Rio. Placar também de 0 a 0 na noite de quinta, repetindo o resultado do Coritiba na quarta-feira (22) que, contudo, terá seu jogo decisivo no Couto Pereira, em Curitiba. O Fantasma, que é o atual bicampeão paranaense, vai visitar o Flu no Maracanã em 12 maio e terá missão difícil para avançar às oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo em Ponta Grossa O jogo de ida da 5ª fase da Copa do Brasil 2026 entre Operário-PR e Fluminense, realizado em 23/04/2026 no Germano Krüger, teve público de 8.966 pagantes e renda de R$ 472.240. O público total foi de 9.244 pessoas.

O jogo do Furacão
Apesar do domínio na partida, com maior tempo de posse de bola, o Furacão teve muita dificuldade no confronto com a defesa da equipe goiana. E quando conseguiu finalizar com perigo, esbarrou em boas defesas do goleiro Paulo Vitor. Já nos acréscimos, foi a trave que impediu o gol rubro-negro. A classificação para as oitavas de final será definida na casa do adversário. Em caso de um novo empate, a disputa será decidida nos pênaltis. Os confrontos da próxima fase serão definidos por sorteio.
O primeiro tempo foi de jogo truncado, com muitas faltas, erros de passes e poucas chances de gol. A primeira finalização do Athletico foi em uma cobrança de falta de Gilberto, que passou à direita do goleiro Paulo Vitor. A bola parada era a maneira com que o Furacão mais se aproximava da meta. Em uma mais uma falta, Esquivel levantou na área e a bola sobrou para Arthur Dias, que soltou uma pancada. Paulo Vitor defendeu, mas o árbitro já havia anotado uma infração de Benavidez.
A melhor oportunidade surgiu de um cruzamento de João Cruz, que encontrou Viveros na área. À queima-roupa, o colombiano bateu de canhota em cima de Paulo Vitor. No rebote, Benavídez chutou por cima do travessão. Com as entradas Bruninho, Chiqueti e Luiz Gustavo, o Furacão partiu com tudo para o ataque no segundo tempo. Logo no começo, Bruninho recebeu na área, tentou o drible e foi travado. Luiz Gustavo ficou com a sobra e bateu em cima da marcação.
Paulo Vitor voltou a salvar o time goiano quando Esquivel, foi à linha de fundo, rolou para trás e João Cruz chegou batendo de primeira. Em um chute de fora da área, Luiz Gustavo também deu trabalho ao goleiro do Dragão.
O Atlético Goianiense apostava nos contra-ataques, mas a defesa do Furacão estava bem postada e Santos aparecia com segurança quando o adversário conseguia finalizar. A melhor chance do Furacão na partida aconteceu já nos acréscimos. Leozinho cruzou na área e a bola sobrou com Terán, que soltou uma pancada e acertou a trave.
Com informações da FPF.





