Dados da Prefeitura de Curitiba indicam que no período de janeiro a abril deste ano, 78 pessoas em situação de rua foram involuntariamente, com base na portaria conjunta nº 2, norma municipal que atualizou os critérios de atuação intersetorial para situações críticas com esse público. A decisão pela internação involuntária compete exclusivamente ao profissional médico, responsável pela análise da situação de saúde da pessoa em situação de rua. Depois de esgotadas as alternativas terapêuticas disponíveis, é ele quem define a necessidade de proteger a vida com encaminhamento a um ponto de estabilização e tratamento.





