Alvaro Dias não quis entrar em uma guerra que não levaria a nada e, portanto, preferiu a paz ao lado da família, dos amigos e dos correligionários.
Alvaro Dias, um dos mais destacados políticos do país, com legado de experiência deixado para muitos aprendizes dessa ainda incompreendida ciência, que é a política, poderia, agora, tirar o pino da granada e causar uma grande explosão, com estilhaços e rachaduras em muitos castelos no Paraná, onde fincou raízes, foi vereador, deputado, ex-governador e senador.
Mas, preferiu absorver os fragmentos de uma jogada política que o alijaria do processo das eleições ao Senado Federal neste ano, preferindo dar continuidade às suas ações como um cidadão preocupado com os rumos do Brasil e do seu Estado. Foi polido e apenas agradeceu a confiança dos eleitores que, ainda hoje, o colocam em primeiro lugar nas pesquisas. Conhece, de perto, o jogo.
Alvaro conhece todos os mecanismos de destruição
Alvaro nunca pregou o ódio e não tem sangue nos olhos. Prefere andar sobre a luz do sol, fugindo das chicanas, maquinações e o fragelo, embora conheça todos esses mecanismos de destruição, mas nunca foi cúmplice. Pelo contrário. Acompanhou de perto as sabotagens e denunciou.
Em referência ao que aconteceu no Paraná, Alvaro já sabia o conteúdo da homilia e preferiu não estabelecer um paralelo ridículo, antecipando os fatos de forma polida. Foi nas redes sociais, na mídia, e disse que não iria disputar a vaga ao Senado, mesmo estando em primeiro lugar nas pesquisas de votos.
Uma visão abrangente de estadista
Por que? Porque sempre esteve em uma esfera de lideranças políticas com uma visão abrangente de estadista, de um projeto nacional para tentar, como sempre fez, tirar o país dessa nudez escandalosa. Não quis entrar em uma guerra que não levaria a nada e, portanto, preferiu a paz ano lado da família, dos amigos e dos correligionários.





