Com 44 anos, Ratinho Junior mantém índices de aprovação superiores a 80% no estado e possui uma agenda liberal como diferencial.
Tarcísio de Freitas (Republicanos) joga a toalha. Teme sair chamuscado em um confronto direto com o presidente Lula. Com isso, abre-se a cortina do palco da direita e, nesse vácuo, o governador paranaense, Ratinho Junior (PSD) aparece como um nome competitivo.
Ratinho Junior, embora da direita, não carrega o peso ideológico da “extrema direita de Bolsonaro”. Com isso, para a esquerda seria um candidato de centro-direita menos polarizador e um adversário mais difícil. Não entra em brigas ideológicas e busca conciliação.
Hoje, o Paraná de Ratinho Junior é visto como reduto conservador, mas o governador tem conseguido dialogar também com setores de centro. Como todo político, ele também tem seu calo ou carma: Sergio Moro, que quer ser o seu sucessor e já está no “centrão”.
Outro diferencial para Ratinho Junior é que seu partido, o PSD e aliados do chamado “centrão”. Este “centrão” que, efetivamente manda no Congresso Nacional, vê no governador uma candidatura viável sem a dependência direta de Bolsonaro. Gilberto Kassab já está fazendo essa costura.





