Uma boa “notícia” aos alto-paranaenses. Depois que vi uma foto – e nota no Diário de Maringá – dos nossos “legítimos representantes” em Brasília, não tenho dúvidas de que nossa cidade vai passar por uma “grande transformação”.
O grupo, liderado pelo prefeito, esteve em Brasília para reuniões e encontros na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, no Supremo Tribunal Federal, na Procuradoria Geral da União e no Tribunal de Contas da União, entre outros.
O representante da área de finanças deve ter ido no BRB – Banco de Brasília – pedir um empréstimo de R$ 5 bilhões para investimentos em infraestrutura na cidade. Acho que não conseguiu, porque o BRB está afundado até o pescoço no caso Banco Master.
O nosso chefe do Viveiros, como não planta árvores na cidade, pelo contrário, deve ter ido no Ministério do Meio Ambiente pedir recursos para comprar veneno para acabar com os carrapichos, picão preto, tiriricas e guanxuma, que estão tomando conta do viveiro.
O da Secretaria de Planejamento e Infraestrutura acho esteve em reunião com o ministro Renan Filho para solicitar recursos a fundo perdido para asfaltar todas as estradas rurais do município.
O da Secretaria da Agricultura foi buscar ajuda para comprar sombrite e cobrir toda a praça central, onde serão plantados mandiocas e milho pipoca.
O do Meio Ambiente foi explicar por que arrancou todas as árvores da cidade, que espantou o gato que morava na seringueira e todos os passarinhos da cidade.
E o nosso homem da viação foi reivindicar um aeroporto internacional nas proximidades da Vila Granada e, ainda, recursos para atender ao pedido do vereador que quer construir um heliporto na cidade.
E o gestor mor esteve em reuniões com Alcolumbre (presidente do Senado), Motta (presidente da Câmara), Alckmin (vice-presidente) e depois jantou no restaurante do Kakay com o candidato Flávio Bolsonaro. Antes, porém, uma dancinha em frente ao STF.
Bem, acho que o que aconteceu, efetivamente, foi um belo tur por Brasília que custou perto de R$ 100 mil aos cofres da cidade e dos cidadãos.
Enquanto isso, perguntamos: quando vão abrir a UPA para atender às pessoas que precisam de apoio médico?





