Um novo conflito foi aberto no Oriente Médio e avança em rápida escalada, com forte envolvimento das forças armadas dos Estados Unidos e de Israel. O alvo é o Irã.
A ofensiva militar, batizada pelos EUA de Operação Fúria Épica, envolveu ataques aéreos e lançamentos de mísseis contra alvos militares e estruturas de infraestrutura em diversas cidades iranianas, incluindo Teerã e outras províncias do país.
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases militares norte-americanas espalhadas pelo Oriente Médio, especialmente na região do Golfo. Países como Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein foram colocados em estado de alerta. Autoridades iranianas afirmam que qualquer ativo ligado aos EUA ou a Israel passou a ser considerado “alvo legítimo”.
Há relatos de centenas de mortos e feridos no Irã após os ataques iniciais. Em Israel, explosões foram registradas e sistemas de defesa aérea foram acionados. O conflito já provocou o fechamento de espaços aéreos e se espalha para além dos países diretamente envolvidos.
Diante da gravidade da situação, a Organização das Nações Unidas convocou uma reunião de emergência, alertando para o risco de uma guerra regional de grandes proporções e pedindo a interrupção imediata das hostilidades.
Países como Rússia e China, além de membros do Conselho de Segurança da ONU, condenaram a escalada militar e defenderam a retomada urgente das negociações diplomáticas. Governos árabes e organizações internacionais também apelam por um cessar-fogo.
Analistas avaliam que o confronto pode se transformar em um conflito regional mais amplo caso os combates continuem ou se grupos aliados de Teerã, como milícias apoiadas pelo regime iraniano, entrem diretamente na guerra.
Circulam ainda informações, divulgadas por fontes alinhadas aos EUA e a Israel, sobre a suposta morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Até o momento, porém, não há confirmação oficial por parte das autoridades do Irã.





