Londrina e Operário jogam sábado (7) no Estádio do Café na decisão do Paranaense

O primeiro jogo, no Germano Kruger, em Ponta Grossa, ficou no 0 a 0. O Tubarão também está na terceira fase da Copa do Brasil .

O Operário Ferroviário de Ponta Grossa recebeu o Londrina no Estádio Germano Kruger na primeira partida das finais do Paranaense. O jogo foi movimentado em Ponta Grossa, no sábado (28), mas ninguém conseguiu marcar. O placar de 0 a 0 deixou a decisão da taça em aberto para o próximo sábado (dia 7), também às 16h, desta feita no Estádio do Café, em Londrina. Nova igualdade e o jogo vai para os pênaltis.

O retrospecto dos dois times mostra vantagem do Londrina tanto nos confrontos diretos quanto nos títulos. O time de Ponta Grossa é o atual campeão do Campeonato Paranaense. No ano passado conquistou o segundo título. O Londrina, que conquistou seu primeiro título no certame estadual em 1962, tenta emplacar o seu sexto campeonato.

O Tubarão já jogou 74 vezes contra o Operário, tendo 33 vitórias, além de contar com 20 empates e 21 derrotas. O time do Norte leva vantagem no placar de gols. Tem 98 tentos marcados, contra 63 sofridos. Além da dissputa pelo Paranaense, o Londrina está na Copa do Brasil. Venceu semana passada o Penedense (AL) e avançou à terceira fase.

O jogo no último sábado teve boas defesas dos goleiros Vagner (Operário) e Kozlinski (Londrina). O árvitrpo da partida foi Lucas Casagrande (PR), tendo como assistentes Victor Hugo Imazu dos Santos e
André Luiz de Freitas. Maurício Mucuri e Paulinho Moccelin (Londrina) receberam cartão amarelo.

O Londrina está convocando sua torcida para repetir o feito do Operário, que lotou seu estádio. O Tubarão, treinado por Allan Aal, jogou com Kozlinski; Maurício Mucuri (André Dhominique), Yago Lincoln, Wallace e Kevyn; André Luiz (Fabiano), Lucas Marques e João Tavares (Juninho); Paulinho Moccelin (Vitor Jacaré), Iago Teles e Bruno Santos (Gilberto).
O Operário, treinado por Luizinho Lopes, jogou com Vagner; Doka, Cuenú, Miranda e Moraes (Edwin Torres); Índio (Matheus Trindade), Vinícius Diniz (Neto Paraíba) e Boschilia; Hildeberto (Gabriel Feliciano), Aylon (Zuluaga) e Léo Gaúcho.

Pedro Ribeiro

Jornalista há mais de 48 anos, com passagem pelos principais meios de comunicação do Paraná e autor de vários livros publicados.

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